Nós, brasileiros, somos unânimes em dizer que nossa educação pública é ruim. Para não colocarmos tudo na mesma cesta (ou seria sesta...??), reconhecemos que há colégios públicos de primeira grandeza, mas esses só estão disponíveis para quem consegue uma boa classificação em exames exigido pela instituição. Sonhamos com o dia em que nossas escolas públicas de periferia sejam tão boas quanto um colégio Pedro II (RJ), Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa (UFV) (MG), os colégios militares e poucos outros.
Corre por aí textos que teriam sido escritos por alunos que prestaram o exame do ENEM e que são coisas totalmente disparatadas e até, engraçadas. E se é engraçada, me interessa.
Vejamos algumas:
O calor é a quantidade de calorias armazenadas numa unidade de tempo.
O Ateísmo é uma religião anônima.
A floresta está cheia de animais já extintos. Tem que parar de desmatar para que os animais que estão extintos possam se reproduzirem e aumentarem seu número respirando um ar mais limpo.
A ciência progrediu tanto que inventou ciclones como a ovelha Dolly.
Os dois movimentos da Terra são latitude e longitude.
Ângulo é duas linhas que vão indo e se encontram.
A alimentação é o meio de digerirmos o corpo.
Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.
povo quer coisas simples, sem muita luxúria.
A finalidade das Cruzadas era passear pelo deserto em busca de aventuras.
E por aí vai.
Não sei até que ponto isso é verdade ou se não passa de piadas, mas conhecendo o nosso sistema público de ensino, eu diria que essas afirmações são totalmente compatíveis e possíveis com nossa realidade educacional.
Edu,
ResponderExcluirEu que estudei sempre em ecolas
publicas até minha formação final
que é a da Arte Cênica, digo que os
disparates são reais, mas são
absolutamente de responsabilidade de
instutuições publicas ou particulares de
ensino. Tudo ensinado é amplamente desensinado
e passado adiante fora das escolas.
Quando ingenuamente tentamos dizer que
estão errados, eles abrem o celular ou
puxam um site onde o que eles dizem é
repetido sem nenhuma critica.
Eu já corrigi provas e trabalhos com respostas
tais quais as citadas acima.
Se me contassem, eu duvidaria...
Desisti de trabalhar na área de educação ou na
do ensino. Simplesmente cansei e joguei a toalha.
Com ele eu não rebato mais, só abstraio, o
que sei só serve para mim e para meus escritos.
Já cumpri minha missão profissionalmente
e a de criar meus filhos.
Lamento amigo, mas... deixa pra lá.
Mas quando leio as respostas, eu não tenho
a menor vontade de achar graça, pelo
contrario.
Ótima sua publicação.
Bjins
CatiahôAlc.
Obs: Mexeu no layout do Blog!
ExcluirEu não duvido que sejam escritas muitas besteiras como estas. Quando eu estava para formar, fiz estágio em uma obra onde outro colega também estagiava.O dono da empresa era um sujeito adepto das melhores práticas administrativas e fazia questão de que todos os estagiários fizessem uma batelada de testes vocacionais, QI, psicotécnicos, etc. antes de serem admitidos. Por isso, durante vários dias fomos fazer uma bateria de testes em uma clínica contratada para isso. Um dos testes tinha o nome de MM, criado pelo psicólogo contratado, e constava basicamente de uma redação com o nome de "Minhas mãos". Enquanto eu caprichava no texto, meu colega apoiou a mão no papel e fez seu contorno, completando com a frase: Esta é minha mão". Deve ter deixado o psicólogo puto, pois eu fui contratado como engenheiro e ele dispensado. Para encurtar a história, acabou dono de empresa, ficou rico enquanto eu fiquei remediado. Tire suas conclusões. Pode ser que algumas frases tenham sido escritas por puro deboche, outras por ignorância absoluta.
ResponderExcluirQuando eu tinha entre 16 e 18 anos, o Colégio Estadual Central (projetado pelo Niemeyer) era o sonho de consumo inclusive da elite econômica da cidade. Grátis, para entrar tinha de ralar no exame de seleção. E ainda ficava na zona sul da cidade. Onde também ficava o Colégio de Aplicação da UFMG (onde fiz o segundo grau).
ResponderExcluir