No século 19, Edwin Booth era considerado o melhor ator dos Estados Unidos. Era uma verdadeira lenda. Podemos dizer que Edwin era o George Clooney de hoje. Edwin realizou um ato de heroísmo que, em outras circunstâncias, o teria levado aos livros de História. Aconteceu durante a Guerra de Secessão americana, numa estação de trem em Jersey City. Um rapaz tropeçou e ia caindo no trilho quando Edwin num ato reflexo, o agarrou pela gola e o puxou de volta para a plataforma.
Nem precisa dizer que quando o rapaz viu quem o salvara, ficou emocionado, eufórico; imagine se você tivesse caído de uma plataforma quando criança e fosse salvo por Chuck Norris. Para esse garoto foi a mesma coisa.
Após 15 dias, Edwin recebeu uma carta de congratulações de um oficial do Estado-Maior do general Ulysses S. Grant. O rapaz que Edwin salvara era, na verdade, Robert Todd Lincoln, filho do presidente Abraham Lincoln.
Esse ato de heroísmo seria a interação única e improvável entre as famílias Booth e Lincoln se John Wilkes, irmão de Edwin, não atirasse e matasse o presidente Lincoln vários meses depois...

Bah! Interessante a tua crônica e coincidência de fatos!
ResponderExcluirabração,chica
Não sabia desse acontecimento que o irmão do assassino do presidente Lincoln teve com o filho deste.
ResponderExcluirO século está certo? É que o assassinato de Abraham Lincoln ocorreu em 1865... século XIX.
Boa semana caro Eduardo.
Um abraço.
está correto, Jaime, vou corrigir.
ExcluirCaraco Edualdo Bu, essa eu não sabia.
ResponderExcluirMuito legal.
Até a forma como você contou foi legal.
Parabéns!!!
Você é meu escritor preferido da blogosféra.
Ops! Desculpe!
ResponderExcluirDudualdo Bu.
kkkkk
ExcluirRealmente o Bu está mandando muito bem em seus textos. Quanto ao seu livro, arrume um aplicativo que transforme em texto o que você disse ao microfone. Meu celular antigo tinha essa facilidade, que usei muito. Creio que o atual não tem. Você pode estar deitado, no banheiro, tanto faz O trabalho depois é só corrigir.
ResponderExcluirAssombroso e ao mesmo tempo curioso.
ResponderExcluirUm bom março pra todos nós.
Que história Edu!!! Eu era fascinada pela história geral, mas a guerra de Secessão dos EUA sempre foi uma ferida aberta naquele continente...Nunca aceitei a forma tão estúpida de como o Abraham Lincoln morreu, quando ele serenamente assistia um teatro sem proteção alguma. Mas eu jamais saberia desse detalhe se você não o descrevesse aqui hoje e agora. Estou estupefata, assombrada! Gente, nem sei o que dizer!!!
ResponderExcluirObrigada de coração, isso é um fato que realmente nos deixa fora do eixo!!
Grata amigo e uma linda semana, na medida do possível!!!
Pois está aí uma história que gostei muito de
ResponderExcluirler e que não sabia! Nossa mãe...
Esqueci de te falar que adorei a roupinha nova
do blog! A marrom tinha ficado um tanto pesada,
esta está linda.
Uma boa semana, Dudualdo Medeiros.
tenho essa mania de ficar trocando de roupa do blog...talvez seja caso de terapia.
Excluirkkkkkk, não precisa de terapia, isso é divertido, eu também mudava,
Excluirera boa a brincadeira, depois perdi a paciência! 😅🙋♀️
Oi, Eduardo! Esse fato é trágico e bizarro ao mesmo tempo, não? De todo modo pode se dizer que também é fascinante à sua maneira. Ótimo texto Eduardo. Um abraço!
ResponderExcluirSerá que existem coincidências?
ResponderExcluir.
Saudações cordiais e poéticas
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“” Coração Iluminado
““
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Olá grande Eduardo! Que contraste! De um lado, Edwin Booth salvando um jovem numa estação de comboio. Do outro, o irmão, John Wilkes Booth, entrando para a História pelo pior motivo possível. Incrível! 😅 Parece ficção... Um abraço!
ResponderExcluirUau...
ResponderExcluirEu não conhecia esta história!
Como que não fizeram um filme sobre isto ainda?
Será que foi só coincidência?
O irmão do ator (e assassino) poderia ser meio biruleibe da ideias e ter ficado com inveja atenção recebida pelo ator (e herói). Então, ele quis um pouco de atenção das pessoas para si. E conseguiu....
A história é realmente muito interessante, eu também não conhecia.
ResponderExcluirVocê a trouxe na medida certa parecia um corte inglês de tão bem talhada.
Valeu, Eduardo!