QUANDO o feminismo conseguiu impor a ideia de que feto humano não é vida
COISAS que acontecem...
ATÉ ONDE devemos respeitar o multiculturalismo?
Todos as festas religiosas que temos no Ocidente foram ao longo do tempo, para o bem ou para o mal, dessacralizadas, reformatadas ao gosto...
Três vídeos que expoem a tragédia das relações familiares em três países distintos. O casamento de crianças do sexo feminino com adultos é a oficialização da pedofilia. Gostaria de saber se há casamentos de meninos com mulheres mais velhas! Já na questão do aborto, mesmo que a maioria dos brasileiros seja contra, eu sou a favor (talvez por ser feminista convicto). E me pergunto se os que são contra o fazem por motivos religiosos em um país LAICO. Além do mais, a prática do aborto é prevista em lei para casos específicos e pode ser realizado até a 22ª semana de gestação. Aqueles que o condenam parecem fingir não saber que abortos clandestinos são realizados aos milhares, da ordem de 850 mil a um milhão por ano. O feto de 12 ou 22 semanas será sempre um ser humano, mas incapaz de sobreviver fora da barriga da mãe. . E fica a pergunta: quem tem mais direito de decidir: o feto ou a mãe? Conheço uma jovem que engravidou por acreditar ser estéril. Correu um risco altíssimo ao resolver abortar sem a família super católica ficar sabendo. Enfim...
ResponderExcluirA questão sobre o aborto que me toca é como temos leis que protegem a vida de plantas e bicho e agora temos a tendência de dizer que a vida do feto não é vida digna de ser protegida. Eu não suporto as ideias de certa ala do feminismo.
ExcluirSei lá, meu caro Eduardo, neste caso temos opiniões conflitantes. Prefiro que as mães tenham uma vida digna que os fetos recém formados. Conheço um caso curioso de não aborto que acho muito triste. Uma conhecida, quando muito jovem, engravidou de um cara que nem namorado era. Não abortou, mas deixou a filha aos cuidados dos avós, se não me engano. Mudou-se para BH, casou-se, teve um casal de filhos educados com a máxima rigidez e nunca tocou nesse assunto com eles, até ser procurada pela filha. Aí não teve jeito, foi obrigada a revelar a aventura inconsequente de adolescente. Imagino a reação dos filhos ao serem apresentados à irmã mais velha. Eu penso que toddo mundo tem direito de se arrepender e se isso implicar em abortar, está tudo bem. Dureza é ter uma boca para sustentar e não ter condições. Conheço uma jovem, uma menina que já é mãe de duas crianças, filhas de um traficante. Que futuro essas crianças terão? Provavelmente uma vida ferrada em favela (tal como a mãe), sem estudo, sem cuidados, sem recursos e prontas para engravidar ao atingir a puberdade. Não desprezo o feto, mas dou preferência à mãe. A vida do feto é digna e merecedora de ser protegida, DESDE QUE a mãe queira, ou seja, prefiro a dignidade da mãe.
ExcluirOutra questão: você acha que o fato de um feto de 22 semanas não poder sobreviver sem a mãe é moralmente justificável sua eliminação?
ExcluirEntão uma pessoa que tenha uma doença que a incapacite de sobreviver sozinha sem ajuda de terceiros poderia, por tal critério moral, ser eliminada?
Além disso, onde você coloca a responsabilidade da mulher que acha que aborto é método anticoncepcional?
ExcluirSão muitas questões morais, sociais envolvidas na questão. Os casos de aborto legal procura o mal menor em circunstâncias extremas.
ExcluirNão quero polemizar muito, mas não ligo muito para esse aspecto moral. Quem quer abortar abortará com ou sem autorização legal, muitas vezes pagando um preço alto em termos de saúde. Talvez se arrependam, talvez não. A moça que eu disse ter feito aborto engravidou novamente algum tempo depois, teve o filho, deixou a mãe louca de ódio e o filho aparentemente concebido só para "purgar" o pecado do primeiro, pois nasceu "sem pai", a quem veio conhecer já com quase 40 anos. Se eu fosse ela, teria feito outro aborto. E sou a favor da eutanásia.
ExcluirMeu Deus! Cada uma que parecem duas!!! Afff... abraços, chica
ResponderExcluirMeu Deus do céu, esse último vídeo é de estarrecer.
ResponderExcluirEu já sabia disso...faz alguns anos.
É muita coisa para uma menininha de 11 anos...
Um feliz final de semana, Edu!
Abraços daqui do Sul, Edu!
Acho que nem cabe dizer muita coisa, mas o vídeo do pai que não é pai... me pegou de jeito.
ResponderExcluirAbraços Edu