Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio, havia uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, um jato de água fria era jogado nos que estavam no chão. Depois de um certo tempo, quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, os outros que estavam no chão o retiravam da escada sob pancadas. Depois de algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.
Prosseguindo com o experimento, eles substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada.
Um segundo substituto foi colocado na jaula e o mesmo ocorreu com ele, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra do novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e afinal o último dos cinco integrantes iniciais foi substituído.
Os pesquisadores, então, tinham na jaula um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuava batendo naquele que tentasse pegar as bananas.
Se fosse possível perguntar a algum deles por que eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza, dentre as respostas, a mais frequente seria: "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui"
...

Gostei de ler esse relato e experiência e a expressão "as coisas sempre foram assim", um símbolo da acomodação...Aff...
ResponderExcluirabraços, linda semana!
Uma história que nos lembra a nossa existência. Repetimos sempre as mesmas coisas, mesmo que estejam erradas. Tantas vezes não usamos a cabeça para pensar que podiam ser de modo diferente. Os mesmos erros são constantemente repedidos, principalmente quando se trata de agredir os outros. Muito bom, meu Amigo.
ResponderExcluirUma boa semana.
Um beijo.
Essa experiência aconteceu mesmo.
ResponderExcluirEu já li sobre ela.
Alguns psicanalistas explicam os arquétipos usando essa experiência.
Muito bom Dudualdo.
O comentário da Graça Pires foi perfeito (para uma postagem sensacional). A maioria das pessoas não reflete, não critica "as coisas que sempre foram assim". E isso me faz lembrar desta frase maravilhosa de Bernard Shaw: "Alguns homens veem as coisas como são e perguntam: 'Por quê?'. Eu sonho com coisas que nunca foram e pergunto: 'Por que não?'".
ResponderExcluirSomos especialistas em não questionar. Resumindo: adorei o texto.
Se isso aconteceu em pleno inverno aqui do Sul, certo tão eles
ResponderExcluir.
Boa semana, Eduardo.
Um texto direto e honesto 🌿
ResponderExcluirGostei da forma como transmites que algumas coisas “sempre foram assim” sem dramatizar — há simplicidade e clareza na escrita, que fazem a leitura fluir e permitem refletir sobre hábitos e experiências com naturalidade.
Com carinho,
Daniela Silva 💗
alma-leveblog.blogspot.com
Diese Erkenntnis hat auch hier in Deutschland Gültigkeit." Ich weiß es nicht, aber hier war es schon immer so" habe ich schon oft gehört. Manche Dinge ändern sich nie. Auch eine Feststellung, die es überall auf der Welt gibt.
ResponderExcluirDiz o ditado: "" O hábito faz o monge""
ResponderExcluir.
Saudações cordiais e poéticas
.
“” Desabafos do Coração
““
.
Viajaram meus olhos curiosos pelos seu texto, Eduardo. E gostei dos macacos emparedados pelo jato de água. E gostei da lucidez do comentário de Graça Pires. E do comentário em alemão; (é claro, traduzi). Sempre foi assim, quando não sabemos procuramos aprender, e aprendemos que algumas coisas nunca mudam...
ResponderExcluirUm grande abraço,
Olá, amigo Edu, gostei muito desta sua ótima crônica, que me fez
ResponderExcluirlembrar de alguns acontecimentos semelhantes a esse caso com seres
humanos. Será coincidência?
Votos de uma ótima semana, com saúde e paz.
Abraços.
Realmente uma crônica para nos colocar a pensar em como somos habituados a repetir os mesmos hábitos sem ao menos questionar o porquê daquilo... Eu fiquei com pena da sequência de macacos que paulatinamente eram surrados. Lembrou-me daquele caso do macaquinho que foi rejeitado pelo seu grupo e era constantemente surrado pelos macacos maiores . Em razão desse sofrimento, agarrou-se a um macaquinhode pelúcia para se proteger e sentir um pouco de acolhimento. A vida é dura e mostra que precisamos ser fortes para enfrentá-la e sobreviver ..
ResponderExcluirE parabéns pela mudança de cor do blog amigo, você também é um camaleão que adora mexer com o layout dele para tornar a leitura dos seus amigos mais agradável!!Adorei!!
Beijos e ótima semana!!
Edu,
ResponderExcluirEssa repetição automática
é uma lastima, mas é real.
Contudo, nós seres ditos hu manos,
temos a possiblidade de nos avaliar e
mudar o curso da repetição.
Meu irmão, detesteva ser cmparado
a nosso pai, mas quano se tornou
adulto, ele repetia ações que codeva
em nosso pai, isso instintivamente.
Eu por meu lado sempre tomei cuidado
para não cair no mesmo erro, e tem dado
certo, mas porque cuido de estar atenta
aos indícios.
Ótima publicação.
Bjins de ótima nova semana
CatiahôAlc.
Eu gosto muito deste texto. Conheço ele faz muito tempo e vira e mexe ele vem na minha cabeça.
ResponderExcluirFaz todo sentido e acontece muito.
É muito confortável continuar fazendo o que sempre foi feito.
Além disso, quem garantiria que se algum deles tentasse pegar as bananas, o cientista não jogaria água nos demais?
É um texto para se pensar se o que fazemos sempre tem lógica. Às vezes, estamos simplesmente realizando os caprichos de alguém que já nem existe mais.
Gostei bastante dessa parábola siamesca.
ResponderExcluirAbraços
A reposta "Nao sei as coisas sempre foram assim por aqui" revela que até os animais gostam de se acomodar igual o homem, Eduardo abraços.
ResponderExcluir...
Uma pesquisa, fatos, dados, constatações e tão, mas tão semelhante à nossa humanidade.
ResponderExcluirGostei muito de refletir a partir desse texto.
Um abraço!