segunda-feira, 20 de abril de 2026

A CRÍTICA DO GPT

 




PEDI PRO GPT fazer uma crítica a este muito mediano blog de crônicas pra ver  o que ia ser. E olha o que saiu. Meus comentários estão entre parênteses.


Aqui está uma análise do blog “As Crônicas do Edu”, hospedado no Blogger com fragmentos de conteúdo visíveis no site 

 Visão Geral

O blog As Crônicas do Edu traz um estilo pessoal e intimista, com posts (crônicas e contos) narrados em primeira pessoa, mesclando memórias, humor e suspense, além de referências à cultura pop e séries. 

(é, é isso mesmo por aí)

 Conteúdo Literário

Contos e Crônicas

O conteúdo inclui crônicas com elementos dramáticos e suspense, como “O BECO” — um conto escrito por um adolescente que mistura perigos urbanos com escrita instigante e um desfecho tenso. 

Há também narrativas nostálgicas e humorísticas, como “A MARCA DO GALO”, voltadas à infância e memórias familiares, com um tom coloquial cheio de personalidade.

( Aí, Eduardinho, o GPT gostou do teu conto!!!)

Estilo

O texto é narrado de forma informal, com linguagem direta e narrativa envolvente. 

(É, obrigado pelo "envolvente")

Observa-se cuidado com detalhes descritivos e ambientação, especialmente no primeiro conto (o beco e o encontro online).

Alternância de humor e choque, com foco em despertar emoção e curiosidade do leitor.

(Acho que é, apesar de nunca pensar antes de escrever: "ah, vou despertar a emoção e a curiosidade dos leitores agora...")


 Pontos Fortes

Autenticidade e voz pessoal: A escrita possui um tom muito pessoal, como se o autor conversasse diretamente com o leitor.

Variedade temática: do cotidiano à imaginação juvenil, passando por suspense e memória afetiva.

Bom domínio do ritmo narrativo, mantendo o leitor envolvido no decorrer dos textos.

(Concordo com sua análise. Variedade temática é tudo o que busco, não aguento postar a mesma coisa sempre)


 Oportunidades de melhoria 

Frequência de postagens: o arquivo sugere publicações esporádicas (por exemplo, novembro de 2024); seria interessante manter uma regularidade maior para fidelizar leitores. 

(Também acho, GPT, mas eu sou mesmo assim, irregular...)

Divulgação e interatividade: o blog parece pouco estruturado — poderia ganhar com menus mais claros, uma página “Sobre o Autor” e recursos de interação. 

(entendi, vou pensar no seu caso)

Aprofundar estilo literário: algumas crônicas ainda estão em estágio de contos escolares. Revisões e polimento do portfólio poderiam reforçar a identidade autoral e o apelo literário. 

(aqui achei a crítica bem sincera, aliás, uma crítica que eu mesmo faria a mim mesmo...)

 Público Ideal

Jovens escritores em formação, professores de literatura ou redação, leitores que apreciam narrativas pessoais e afetivas, e entusiastas de suspense leve com toque nostálgico.

(que seja)

 Conclusão

“As Crônicas do Edu” mostra autor em desenvolvimento com talento narrativo promissor, baseado em experiências reais e imaginação criativa. Com mais regularidade de postagens e estrutura aprimorada, tem potencial para se afirmar como um blog literário relevante.

(olha só isso, "talento narrativo promissor" - isso me deixou deveras emocionado e esperançoso.)


* * * * * * 

Aí pedi também a IA do google. Ela foi bem mais sucinta e preguiçosa.

O blog "As Crônicas do Edu", hospedado no Blogger, foca em crônicas reflexivas sobre o cotidiano, utilizando uma linguagem coloquial para abordar temas que vão desde questões sociais a finanças pessoais. A publicação apresenta um estilo pessoal de narrativa e mantém atualizações regulares, inserindo-se no contexto de blogs literários da plataforma.


(Tá bom, obrigado pela laconicidade).

* * * * 

ENTÃO, AMIGOS, leitores e comentadores deste blog. Não sei até onde dá pra levar à sério a crítica das IAs, mas vá que pode ser uma abordagem válida. 

Eu tinha visto algum blogueiro fazer isso há um tempo, acho que foi o jotabê. Fiz e deixei de molho. Olhando agora meus textos de rascunhos, me deparei com este e resolvi publicar logo.

E faltou uma crítica óbvia que nenhuma das duas IAs fizeramm: A MINHA OBSESSÃO EM MUDAR SEMPRE O MODELO DO BLOG (como acabei de fazer como repararam)...Coisas lá da minha irregularidade. 

E aí, já pensaram em fazer a mesma coisa? Hein, hein?


* * * * * 

OPA, ESTAVA ENCERRANDO MAS AÍ LEMMBREI DA OUTRA IA LÁ DO X, O TAL DO CROK e não resisti...pedi algumas críticas também. Ele também escreveu muita coisa, como o GPT, por isso vou deixar só o mais interessante.

* * *  

Crok:

Conteúdo e estilo das crônicas

O blog vive de crônicas do cotidiano — observações pessoais sobre vida, família, sociedade brasileira, política leve, relacionamentos, impostos, velhice, memória etc. Pelos títulos recentes que circulam nos blogrolls de outros blogs (abril 2026):


“Declare Sua Renda” (sobre declaração de IR, com tom irônico sobre o “jeitinho” brasileiro).

“Casa de vó” (nostalgia familiar).

“PASSAGEM” (provavelmente sobre perda ou transição).

“Os Desconstruídos”, “A CARTA”, “Feliz Páscoa” etc.

São textos curtos, diretos, com linguagem coloquial, bom humor e certa melancolia carioca/brasileira. Edu escreve como quem conversa com o leitor — sem academicismo, mas com inteligência e observação afiada.

Autenticidade total. Não tem pose de “escritor”, é cronista de verdade: registra o que vive e observa.

Regularidade impressionante para um blog de 17 anos: posts quase semanais (vários “Há 1-2 dias” ou “Há 6 dias” nos blogrolls de abril 2026).

(Aqui o Crok se confundiu com algum outro blog, pois este só existe a dois anos e meio. Não sei se ele achou no limbo algum outro blog antigo meu já deletado. Gostei muito do "não tem pose de escritor" - pois de fato, não o sou)

Críticas:

Algumas crônicas podem ficar um pouco “crônica de Facebook” (pessoal demais, sem grande universalização ou surpresa). Falta, às vezes, aquela “virada” mais forte que Veríssimo ou Jabor davam.

Pouca variedade formal: quase sempre texto puro, sem diálogos, sem experimentação de forma.

Engajamento baixo visível: poucos comentários públicos (os blogs que linkam quase nunca mostram debates calorosos).

(Pô, o Grok quer que eu escreva como Veríssimo ou jabor, isso foi sacanagem! Não achei a crítica da não experimentação de forma injusta. Quanto ao engajamento baixo, é o que tem pra agora, é a vida de blogueiro num tempo onde não é mais moda escrever blogues.)


* * * * * 

DESCULPEM O TAMANHO DA POSTAGEM, TOTALMENTE IRRELEVANTE.





12 comentários:

  1. Eu adorei sua postagem e agradeço pela citação, mas fiquei roxo de inveja por ter acessado o tal Crok. Qualquer um pode fazer isso?

    ResponderExcluir
  2. Eu fico com a narrativa envolvente! Acho que o GPT acertou em cheio! E enquanto lia, eu pensava na tua disposição de mudar o layout, coisa que tenho tanto medo de fazer e perder tudo!
    E não estou pronta para as críticas das IAs, vão me detonar com a inconstância... deixa como está! Mas, ai que deu uma coceirinha para fazer também. Quem sabe?!
    Abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Perde não. Mas já perdi uma vez há uns 16 anos, mas foi um bug do próprio blogger

      Excluir
  3. Eduardo,

    eu li teu texto como quem senta na varanda no fim da tarde sem pressa, com um certo riso no canto da boca e um pensamento atravessando devagar.

    E vou te dizer uma coisa, dessas bem no estilo que você mesmo escreve: você foi corajoso. Porque pedir análise pra IA é quase como pedir opinião pra aquele amigo sincero demais a gente sabe que pode sair coisa boa… mas também pode vir uma verdade meio de banda 😉

    O curioso é que, no meio de tanta análise organizada, técnica, quase acadêmica… o que mais apareceu foi justamente aquilo que não se ensina: você.

    Esse teu jeito de escrever como quem não está tentando escrever. Como quem só senta e conversa. Sem pose, sem floreio calculado, sem essa preocupação chata de “agora vou emocionar”. E,
    ironicamente, é exatamente por isso que emociona.

    Você diz que não pensa antes em “despertar emoção”… e ainda bem. Porque quando a gente pensa demais nisso, geralmente perde. Fica artificial. E o teu texto não é. Ele tem essa coisa meio crua, meio viva como memória que ainda tá quentinha.

    E achei bonito você concordar com algumas críticas. Isso diz mais sobre você do que qualquer IA conseguiu captar. Tem gente que escreve pra parecer pronto. Você escreve sabendo que ainda está em construção e isso, sinceramente, é onde mora a parte mais interessante de qualquer escritor.

    Agora… sobre essa tal “falta de virada”, de “ser mais Veríssimo ou Jabor”… olha, vou te contar um segredo: o mundo já tem eles. O que não tem é outro você. E talvez o valor esteja justamente aí 😉nessa escrita que às vezes parece simples demais, pessoal demais, quase despretensiosa… mas que, de repente, acerta alguém sem fazer barulho.🫣

    E sobre mudar o blog toda hora? Isso não é defeito, Eduardo, isso é inquietação. E quem escreve sem inquietação vira boneco de vitrine bonito, organizado… e morto.

    Você ainda está vivo ali.
    E quanto à “Casa de vó”…
    nem IA nenhuma conseguiu fazer o que você fez ali: me levar pra um lugar que nem é meu, mas que, de algum jeito, eu reconheci. Isso não é técnica. Isso é memória bem sentida.

    No fim das contas, essas análises todas podem até ajudar a organizar o caminho… mas não são elas que fazem alguém continuar escrevendo.

    O que faz você continuar…
    é exatamente isso que você demonstrou no texto inteiro:

    essa vontade meio teimosa de dizer “vou postar mesmo assim”. E, sinceramente?
    ainda bem que você posta.
    Desculpa o tamanho do comentário mas essa sou eu e IA nenhuma imita 😜

    Abraço
    Fernanda

    ResponderExcluir
  4. Edu, ainda bem que nem tenho coragem de submeter meus blogs às IAS... Como a Ana Paula, não saberia conviver com as criticas.. Gostei de como algumas foram bem fiéis, outras preguiçosas,rs... Foi bom de ler e nem te preocupa em mudar. Segue a tua cabeça e nós somos a régua: sempre estamos aqui, sinal que gostamos! rs abração, chica

    ResponderExcluir
  5. Oi, Edu! As análises do teu blog foram ótimas; eu ficaria muito orgulhosa se o blog fosse meu. Há sempre o que melhorar, né? Isso serve para todos. Acredita que nunca entrei no GPT? E muito menos no CROK. Um abraço!

    ResponderExcluir
  6. A análise da IA foi muito positiva em relação ao teu blog.
    Penso que todos nós tentamos melhorar. Não penso submeter o meu Blogue à inteligência artificial.
    Não sei o que é o CROK.
    Estou velha e desatualizada.😂

    Beijinho e ótimo dia, Edu.

    ResponderExcluir
  7. Pois é, Eduardo, o que dizer? Nanda disse tudo com uma agudeza que bato palmas para o comentário dela e para o teu blog aprovado pelo GPT. Aliás, sempre bati palmas para o seu blog. Discretamente.
    É sempre uma alegria ter o reconhecimento do que a gente faz...
    Um grande abraço,

    ResponderExcluir
  8. O GPT tem uma inteligência maravilhosa! Gostei muito das críticas. Que você possa levar em consideração o que realmente importa.

    Boa semana!

    O JOVEM JORNALISTA está no ar com muitos posts e novidades! Não deixe de conferir!

    Jovem Jornalista
    Instagram

    Até mais, Emerson Garcia

    ResponderExcluir
  9. Que legal Edu! Você é muito autêntico!!!
    Eu ainda não tive essa coragem de submeter os meus bloguinhos a uma análise profunda das IAS, principalmente do GPT. Mas a vida é feita de correr riscos não é verdade? Precisamos ter uma opinião sincera sobre os nossos trabalhos e nisso a IA foi muito bacana com suas crônicas, pois detectou um talento nato para narrativas. E eu assino embaixo!! O Eduardinho arrasou no conto dele, tanto que até o GPT ficou impressionado.
    Em relação a mudar o layout isso é absolutamente normal! Isso porque você se preocupa não só com a clareza das ideias que transmite, mas também no conforto do leitor quando aqui chega em seu blog. Todos gostam de encontrar um espaço agradável e bonito, com letras e cores que facilitem a leitura e provoquem entendimento. É como cuidar da própria casa, renovando os móveis, pintando as paredes...
    Antigamente eu mudava o meu layout todo mês rsrs. Mas depois de 14 anos de blog, creio que eu tenha me acomodado, pois antes eu perdia horas modificando as cores, as letras, o tamanho das gravuras e adorava inserir negrito e itálico ...rsrs Ainda bem que parei com tudo isso, creio que envelheci... :)
    Abraços querido amigo!! Maravilhoso restante de semana!! :)))

    ResponderExcluir
  10. Legal seu ímpeto. Confesso que não pensei nisso. É uma ideia. Talvez, quem sabe, quando o blog tiver um pouco mais de posts. O ChatGPT é um amor. Ele consegue fazer a gente se sentir bem. As outras duas, é o seguinte, elas se dão à medida que você as utiliza, de acordo com a linguagem que você transmite. O Grok mesmo, você pode alternar o modo com que ele se comuncia com você, pedindo para ser mai formal ou mais despojado, "explica como se fosse um ano das quabradas", ou, "me fala como se eu fosse um lord inglês todo formal". Então o Grok tem essas coisas, talvez porque ele é muito acessado direto pelo X, pelo povo de lá.
    Você sabe, é preciso filtrar bastante o que a IA em geral diz, pois, para a IA, tudo é perfeito, você é um sucesso nato e, se você seguir tudo o que a IA disser, à risca, você logo vai ficar tão rico quando o tal do Musk e o mundo te amará.
    A gente tem que tomar cuidado para não viajar demais com esses papos de IA.
    Interessante seu post. Parabéns.
    Um abraço.

    ResponderExcluir

Oi. Se leu e gostou,
Obrigado e volte sempre!
Se não gostou, perdoe-me a falta de talento "escriturístico..."

Aforismos filosoficamente incorretos do Edu

  "Não existe país melhor que o Brasil" - bravata de patriota parvo. "Não existem diferenças entre homens e mulheres", d...